Bombril e comerciais "arriscados"...
Brahma e Zeca "Digital"
Halls e Embalagem Derretedora
Manipulação da Informação e as Empresas
YouTube, Ridley Scott e LG em ação inovadora!
A Ação
O Marketing por trás da ação
Mais uma vez, está aí um exemplo de uma ação criativa e que pode trazer bons resultados, de uma forma ou de outra.
O YouTube continua demonstrando porquê é o líder em compartilhamento de vídeos, com milhões de usuários acessando o site todos os dias, das mais diversas formas, e com os mais diversos motivos.
Ridley Scott e o diretor Kevin Macdonald podem mostrar-se como cineastas inovadores, fazendo algo "novo" envolvendo a World Wide Web.
E, a LG encontrou uma forma bastante interessante e proveitosa de promover seus produtos, associando-se à idéia de inovação, de estar "up-to-date" com as tecnologias e tendências mais atuais. Isso se ainda não tenha sido a própria LG a propor tal produção cinematográfica. Um exemplo de bom uso do marketing online e de mídias sociais!
Adendo pós-post inicial
E, logo após eu haver publicado inicialmente esse post, acabei participando, indiretamente, da promoção dessa campanha!
(OK, se não viu direito o banner da campanha dentro do meu blog ainda, vai, aqui em baixo, uma imagem ampliada do banner, que ao clicar você verá em tamanho original, grande!)
Ao verificar meu post, após tê-lo publicado, notei que o banner do Google AdSense, que utilizo no topo deste meu blog, estava exibindo a chamada para a ação do YouTube com o tal documentário do Ridley Scott...e é assim que se divulga uma campanha voltada para as mídias sociais: através das próprias mídias sociais. Claro, isso é óbvio! Mas, acredito que ainda haja muita gente, muito profissional de marketing por aí, se perguntando por quê ainda não viram uma chamada para uma campanha desse porte na televisão ou algum outro meio convencional!
Conheça tudo sobre o case Nike+
Um case de sucesso que conta com uma comunidade com mais de 1,2 milhão de esportistas de mais de 160 países, sendo 34 mil no Brasil. Esse são alguns resultados do Nike+, que surgiu em 2006 e é um revolucionário sistema wireless que permite ao corredor registrar diversas informações a partir de um chip instalado na entressola do tênis para o iPod Nano da Apple. Pensando em explicar como surgiu o projeto e o que ainda está por vir, o ProXXIma 2010, Seminário Internacional de Comunicação e Marketing Digital, que acontece nos dias 27 e 28 de abril, no hotel Sheraton, em São Paulo, confirma a presença de Stefan Olander, VP Global de Digital Sports da Nike e idealizador do projeto Nike Plus.
Continue lendo: http://www.mmonline.com.br//noticias.mm?url=Conheca_tudo_sobre_o_case_Nike&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
Ação em mídias sociais faz Dell reduzir comentários negativos pela metade
Desde 2007 grupo de profissionais conversa com consumidores em blogs e fórums, em linguagem direta; menções diárias da marca chegam a 4 mil.
A gigante de computadores Dell disse que reduziu à metade os comentários negativos sobre sua marca por meio de ações em mídias sociais.
A revelação foi feita pela chefe de comunicações em mídia digital da empresa, Kerry Bridge, durante o Encontro de Gerência de Relacionamento com o Consumidor, promovido pelo Gartner nos dias 16 e 17 de março em Londres (Reino Unido).
No evento, Kerry disse que a empresa tenta falar com consumidores através da internet para melhorar a imagem da marca.
“Em 2007 organizamos um grupo de agentes sêniores para conversar com consumidores em blogs e fóruns. Isso resultou em uma diminuição de 50% no número de citações negativas”, conta.
De acordo com Kerry, a Dell recebe 4 mil menções diárias na rede. A empresa encoraja essas menções por meio de uma postura ativa em diversas mídias sociais. Isso inclui contas pessoais e corporativas no Twitter e uma comunidade de blogs chamada Direct2Dell.
A Dell também roda o fórum Ideastorm, que permite a consumidores sugerir ideias de como melhorar negócios e produtos. A comunidade de consumidores vota nas ideias e a cada mês a Dell tenta colocar as 40 melhores em prática nos seus negócios.
400 ideias
Como resultado, Kerry disse que a empresa implantou até agora 400 ideias de consumidores. Ela acrescentou que os blogs Direct2Dell atraem milhões de leitores.
Ela também ressaltou a importância de medir atividades em mídias sociais para avaliar se ela apoia bem os objetivos de negócio.
“Nós ligamos nossos blogs ao site da Dell para sermos capazes de ver quando consumidores estão lendo os blogs ou comprando algo”, disse Kerry.
Entretanto, quando responde a consumidores online, ela diz que é importante conversar no mesmo nível, sem tentar fazer campanha de marketing.
“Tenha certeza de ler todos os blogs e posts e responda para os consumidores em um tom personalizado. As expectativas deles são de que você esteja onde eles estão, e eles querem que você seja útil”, finalizou.
Artigo original: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/18/acao-em-midias-sociais-faz-dell-reduzir-comentarios-negativos-pela-metade/
Campanha “campeã” da Unilever: Rexona Tuning Race
Ou acesse o canal da campanha no YouTube:
http://www.youtube.com/user/rexonamen
Jogue o game Rexona Tuning:
http://www.rexonatuning.com/
Campanha “campeã” da Unilever: Rexona Tuning Race
Ou acesse o canal da campanha no YouTube:
http://www.youtube.com/user/rexonamen
Jogue o game Rexona Tuning:
http://www.rexonatuning.com/
Campanha bem criativa da Rexona
A Unilever tem investido bem seus ‘marketing dollars’ e utilizado um mix de publicidade bastante saudável à organização. Um exemplo é essa campanha da Rexona, a Rexona Tuning, buscando atingir o público masculino, à qual cheguei via um anúncio online no MSN Hoje (que abre em forma de janela/pop-up quando logamos no Windows Live Messenger).
Nesse exemplo, um integrado de campanha de “guerrilha” e viral online, a equipe da Rexona (e/ou de sua agência de publicidade) “tunnou” carros com papelão, e os desfilou pelas ruas, aos olhares curiosos dos passantes, o que deve ter chamado muito a atenção.
Então, para completar, gravou tudo em vídeo, e soltou em seu canal no YouTube, na tentativa de viralizar a campanha. Se a campanha viralizará (palavra difícil de pronunciar, hein?!) ou não, isso são outros quinhentos, afinal todos sabemos que viralizar uma campanha não é fácil, especialmente se não parecer algo natural aos olhos dos internautas.
Como não bastasse a iniciativa de guerrilha e de viral, foi mais adiante, criando algo que tem se tornado cada vez mais popular entre as empresas de grande porte, que é a criação de conteúdos digitais mais complexos, em geral “games” envolvendo o produto. Isso já foi feito anteriormente por outras multinacionais, cujo exemplo que mais se fixou em minha mente foi a campanha do Mentos Kiss. Enfim, quem quiser testar suas habilidades como piloto de carros, pode acessar o game do Rexona Tuning em http://www.rexonatuning.com/. Até pode adicionar seus amigos do Orkut, desafiando-os para uma corrida.
Apesar que a campanha já se pressagiava há bastante tempo, desde o lançamento dos desodorantes Rexona for Men com apelo ao ambiente “automobilístico”, quando do lançamento dos Rexona V8 e V12, menções às potências de motores de carros.
Enfim, de qualquer forma, a experiência é bastante válida, e achei bastante interessante. A Unilever realmente está fazendo um esforço bastante positivo para utilizar as novas mídias e estratégias de marketing para divulgar seus produtos. Parabéns, Unilever, por buscar compreender os hábitos e preferências de seu público-alvo e não ter medo de inovar.
Assista a um dos vídeos da campanha:
Ou acesse o canal da campanha no YouTube:
http://www.youtube.com/user/rexonamen
Jogue o game Rexona Tuning:
Exemplo de como não se deve fazer “damage control”
Uma das realidades a qual toda empresa deve estar atenta são as situações que colocam em risco a imagem e nome da empresa. Esses situações devem ser tratadas com cuidado e atenção, e ações devem ser tomadas para se minimizar os efeitos negativos à marca e a identidade da empresa. Essa prática, no Inglês, é chamada “damage control”, ou seja, em tradução livre, “controle de danos/prejuízo”. Geralmente é orientada ou conduzida por agências de relações públicas ou assessoria de imprensa.
Para citar um exemplo disso, ou melhor, de como não se deve fazer o “damage control”, comento aqui o caso da Uniban, no incidente da aluna que, ao usar um vestido julgado “excessivamente curto” por seus colegas de faculdade, foi perseguida e agredida (verbal e fisicamente, sendo que não houve danos à integridade física da aluna). O incidente foi exibido pela TVs, no momento em que a aluna em questão era escoltada pela polícia para fora do prédio da universidade. Mas, afinal, qual foi o problema enfrentado pela Uniban, e porque torna-se um exemplo que não deve ser seguido em questões de “damage control”?
Logo após o incidente, a Universidade disse que iria avaliar o caso para tomar as medidas necessárias. Dias depois, expulsou da Universidade a aluna agredida e apenas anunciou suspensão dos agresssores “identificados”.
Ou seja, a vítma foi feita “ré” do caso e penalizada! Na tentativa de minimizar os riscos à imagem da organização (a questão da violência dentro da instituição por parte dos alunos, gerando temor de insegurança no local), a Uniban tomou uma medida precipitada, aparentemente sem base legal, que por fim voltou-se contra ela, gerando diversas manifestações de repúdio por parte da sociedade.
A aluna, que deveria, no máximo, em circunstâncias comuns, ter recebido alguma advertência por uso de trajes “imorais” (como citado), acabou expulsa da instituição. Os agressores, que cometeram atos de violência, tumulto e insultos contra a vítima, no máximo receberam suspensões. E a questão ficou por aí.
Porém, mediante os fatos e circunstâncias, a opinião pública voltou-se contra a Uniban, e o MEC (Ministério da Educação) pronuncia-se dizendo querer ouvir a Uniban, exigindo explicações sobre a tal expulsão da agredida.
Enfim, não quero entrar em discussões sobre moralidade e afins, mas logo percebemos que a reação da Uniban foi excessiva e injustificada, diria mais, impensada. Alguém, querendo logo resolver o assunto, tomou uma atitude qualquer, sem análise e planejamento devidos, o que gerou uma situação ainda pior para a instituição.
Qualquer ação de “damage control” deve ser pensada e pesada com bastante cuidado, devendo levar em consideração os diversos aspectos que possam envolver a imagem da empresa, além de considerar aspectos legais, entre outros, que envolvam a questão. Isso não deve ser tratado levianamente, como nesse caso.
Fica aí esse pensamento e exemplo para reflexão.
Para mais informações sobre o caso, acesse:
(1) Uniban expulsa aluna vítima de violência - http://noticias.br.msn.com/brasil/artigo.aspx?cp-documentid=22539523
(2) Movimento de mulheres marca protesto na Uniban - http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=22544344
(3) MEC pedirá explicações sobre expulsão da estudante - http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=22542007
9 dicas de marketing de uma “barraca de limonada” de uma menina de 6 anos
OK, confesso…estou copiando esse artigo (e traduzindo) de outro blog. Mas, atire a primeira pedra quem nunca fez algo assim antes.
Bom, achei esse artigo bastante interessante (sem perceber que já havia praticando a maior parte disso há quase 5 anos), e achei que valeria à pena repassá-lo, traduzindo-o para o português. Segue o artigo traduzido abaixo, tirado do blog Webdesigner Depot (um site de web design para web designers), e escrito por Jim Lodico. Acesse em: http://www.webdesignerdepot.com/2009/07/9-marketing-tips-from-a-six-year-olds-lemonade-stand/#comment-555286.
“Outro dia, minha filha, Sophia, anunciou que queria montar uma barraca de limonada.
Vendo como eu realmente não queria passar a melhor parte do meu fim de semana vendendo limonada, tentei convencê-la a mudar de idéia mostrando quanto ela teria de gastar para comprar a mistura da limonada, arranjar os copos, esse tipo de coisa.
Apesar dos meus esforços, não houve como fazê-la mudar de idéia. Ela queria abrir o negócio e não havia nada que eu pudesse fazer para pará-la.
Assim eu sucumbi ao meu papel de financiador (capital de risco) em sua primeira ‘startup’ de negócios. Eu percebi que, no mínimo, essa seria uma boa oportunidade para ensinar minha filha sobre contar dinheiro, princípios básicos de negócios, esse tipo de coisa.
Nos sentamos com um bloquinho de papel e começamos a escrever o plano de negócios.
Não levou muito tempo até que Sophia, ficando completamente perplexa com meus esforços de ensiná-la sobre estrutura de preços e ROI, me olhou e disse:
“Mas papai, eu só quero dar a limonada. Nossos vizinhos são tão legais, eu só quero dar a limonada a eles.”
Wow! Como se responde a isso? Ela me acertou com algo que mudava os planos de forma que eu não esperava.
De repente, a barraca de limonada tinha tomado um sentido totalmente diferente.
Então deixamos o plano de negócios de lado, ela desenhou um cartaz e minha esposa ajudou-a a preparar um jarro de limonada.
Quando estávamos para abrir o negócio, Sophia chegou da varanda com um ramo de menta que tinha cortado.
“Podemos colocar menta na limonada?” ela perguntou. “Eu quero fazer ela extra especial.”
E assim, numa tarde de domingo num bairro tranquilo, ela estava aberta aos negócios.
Dentro de poucos minutos, uma das vizinhas que tinha ouvido falar do projeto chegou com 50 centavos para comprar um copo de limonada. Duas vezes o preço que minha filha originalmente estava pensando em cobrar.
“Mas é de graça” Sophia disse a ela.
“Tudo bem. Eu quero te pagar pela limonada”, ela respondeu.
Sem saber o que fazer com o dinheiro, Sophia colocou-o num copo e colocou o copo na mesa (onde todos podiam vê-lo).
Não demorou muito, mais vizinhos apareceram, cada um dando a ela pelo menos 50 centavos. Quando um carro passava, ela pulava pra cima e pra baixo e gritava, “Limonada grátis” torcendo para que parassem.
Na maior parte das vezes eles não parávam. No entanto, em certo momento, um parou e o motorista lhe entregou 3 dólares por seu copo de limonada – 1.100 porcento mais do que se ela tivesse seguido a sugestão do pai dela de 25 centavos por copo.
No fim do dia, Sophia tinha ganhado surpreendentes oito dólares com sua barraca de limonada “grátis”.
No fim das contas, eu percebi que mesmo que minhas lições iniciais de negócios não tivessem ‘colado’ com minha filha, eu aprendi muito sobre marketing.
Aqui estão nove dicas de uma barraca de limonadas que você pode usar para marketar seus serviços:
1. Dê algo de graça às pessoas e elas se sentirão obrigadas a devolver o favor
Quando você ajuda alguém, isso cria um desejo natural de devolver o favor. Como web designer, dê dicas úteis em seu blog, participe em fóruns oferecendo conselhos e ajudando os não-designers, compartilhe idéias no Twitter. Ao fazê-lo, você não somente criará confiança, mas também desenvolverá relacionamento com petenciais clientes.
2. Dê a seus clientes em potencial um gostinho de sua oferta
Ofereça temas ou templates de graça com fácil upgrade para versões “pró”. Forneça gráficos grátis que indiquem uma identidade potencial ou pacotes de “branding” ao mesmo tempo em que demonstra sua criatividade. Apenas tenha a certeza de fazê-lo bem feito. Quando os usuários se empolgam com o produto base, eles têm maior tendência a fazer o upgrade.
3. Faça-o “Extra Especial”
Não ofereça só limonada. Adicione um raminho extra de menta. Torne tudo o que você faz em algo “extra especial” e os clientes perceberão. Eles não somente voltarão para mais, eles também dirão aos amigos.
4. Não tenha medo de dizer aos seus “Vizinhos” (Network!)
Uma das primeiras coisas que minha filha fez quando abriu sua “barraca de limonada” foi correr até a casa ao lado e dizer ao vizinho. Depois de tomar sua limonada, ele ligou para dois outros vizinhos para falar-lhes da barraca de limonada – ambos os quais vieram logo em seguida com “donativos”. Não tenha medo de dizer aos amigos e colegas sobre seus serviços. Nunca se sabe, eles podem falar com seu próximo grande cliente mais tarde.
5. Faça o que precisar fazer para ser visto
Não foi suficiente apenas colocar um cartaz. A propaganda de minha filha consistia em pular pra cima e pra baixo gritando “limonada grátis” aos carros que passavam. Mesmo isso parecendo um pouco radical, funcionou. Como você está “gritando” sobre o seu negócio?
6. Seja persistente
Mesmo que a maioria dos carros passassem direto, minha filha não desistiu. Finalmente, depois de muitas tentativas sem sucesso, um deles parou mesmo —duplicando sua receita do dia.
7. Crie antecipação (expectativa)
A primeira cliente de minha filha sabia de seu projeto e estava lá assim que abriu. Não apenas lance seu novo web site, deixe as pessoas saberem que ele está vindo. Deixe dicas, mostre imagens dele, deixe-os ansiosos pelo grande dia.
8. Encontre bons parceiros
O irmãozinho de minha filha não parava de beber a limonada – não era o melhor parceiro. No entanto, sua amiga do fim da rua estava lá com ela pulando pra cima e pra baixo e gritando, duplicando seus esforços de propaganda.
9. Divulgue sua popularidade
Uma vez que o copo de minha filha começou a se encher de moedas, as pessoas ficavam mais propensas a “doar”. Não tenha medo de divulgar sua popularidade. Coloque contadores de download, comentários e números de assinantes em locais visíveis. Apenas tenha a certeza de que os números sejam altos o suficiente para garantir um pouco dessa divulgação.”
Marketing paranormal
Marketing paranormal
http://www.paranormalactivity-movie.com/
Marketing paranormal
Marketing paranormal
http://www.paranormalactivity-movie.com/
U2 também é fera na web!
Acesse o site da banda: http://www.u2.com
U2 também é fera na web!
Acesse o site da banda: http://www.u2.com
U2 também é fera na web!
Não é só Barack Obama que sabe usar bem as ferramentas web. A banda irlandesa U2 também faz muito bom uso daquilo que há disponível na web.
Nessa madrugada de domingo para segunda-feira (25.10.09), o U2 disponibilizou aos seus seguidores o streaming ao vivo de um de seus shows, via seu canal no YouTube, show esse que estou assistindo agora mesmo, enquanto publico esse post.
Além de usar bem o YouTube a seu favor, também promove campanhas de Marketing Social (incentivo a associações filantrópicas sem fins lucrativos) em seus sites, usa bem o Twitter e o Facebook, e assim por diante.
Aí está mais uma amostra de que o bom uso das ferramentas de mídias sociais e da web podem ser um instrumento de marketing poderoso para qualquer tipo de negócio, de campanhas presidenciais (marketing político), bandas de rock, empresas de bens de consumo e assim por diante.
Acesse o canal do U2 no YouTube: http://www.youtube.com/u2#p/u
Acesse o site da banda: http://www.u2.com
Governo Obama sabe usar a web
Mais uma vez o Governo Obama mostra que sabe usar a web em seu benefício e em benefício de seus cidadãos. Após a bem sucedida campanha para as eleições presidenciais, agora o Governo de Barack Obama coloca a web para trabalhar a seu favor na polêmica questão da reforma do sistema de saúde, mais especificamente do seguro saúde.
Para isso, a Casa Branca criou um subportal, o Reality Check, para auxiliá-los em discutir a questão com os cidadãos americanos. Nele, há vídeos de congressistas e pessoas “comuns”, abordando o tema, além de o grande público poder enviar seus vídeos para seleção e possível postagem no site.
Parabéns à equipe de Obama, que outra vez se mostra bastante atual e conhecedora das ferramentas utilizadas por seu público.
Para mais informações, acesse: http://www.whitehouse.gov/realitycheck/
Governo Obama sabe usar a web
Governo Obama sabe usar a web










