Bem-vindos(as) ao Caos de Marketing

Bem sabem os marketeiros (e não me importo com essa denominação) que a vida nessa profissão não é fácil! Prazos apertados, metas, controles, contatos, relacionamentos...enfim, para sobreviver nessa selva temos de nos desdobrar em mil. Temos de celebrar os acertos, aprender com os erros.

Com o intuito de trazer um pouco de informação, reflexão e diversão aos colegas de profissão, e entusiastas, criei o Caos de Marketing. E espero que dele façam bom proveito, participem, busquem mais informações e também desestressem! Afinal, nós merecemos uma ajudinha e algumas pausas pro café...
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Mercado brasileiro está esquecendo o que é "Marketing"

Ao que tenho notado, recentemente, o mercado Brasileiro parece não mais saber o que Marketing significa ou, ao menos, não sabem mais, adequadamente, o que é a função de um marketeiro! Tenho visto, nos anúncios de vagas para marketing, requerimentos para preenchimentos de vaga cada vez mais distantes da visão tradicional do conceito de um profissional de marketing. Requerimentos que se aproximam mais daqueles para um designer gráfico, ou publicitário, do que para um profissional de marketing.

Além disso, há muito empresário e executivo por aí, em geral de pequenas/médias empresas, ou de empresas sem tradição em ter um departamento de marketing estabelecido, que ainda enxergam o marketeiro como um "fazedor de panfletos e PowerPoints de vendas". Muitos profissionais da área ficam relegados a não mais que redigir textos de vendas, organizar o site da empresa, montar anúncios web, entre outras tarefas simples, que não necessariamente requerem um profissional com conhecimentos mais aprofundados de marketing.

Mídias Sociais no Brasil!

Recentemente, em sua edição de número 628, a Revista Época publicou um infográfico sobre a utilização das redes sociais pelos Brasileiros. De acordo com os dados, a conclusão da revista é a seguinte:

"O Brasil é considerado o país mais sociável do mundo. A começar pelo número de contatos: a média de amigos virtuais no mundo é de 195 pessoas por usuário. Aqui, é de 365. Segundo o Ibope NetRatings, mais de 80% dos internautas têm perfis em redes sociais."


Veja o infográfico abaixo:

Clique na imagem para ampliá-la.

Os campeões de utilização ente os brasileiros ainda continuam a ser o Orkut (com 72% dos internautas) e o Windows Live Messenger (com 76% do total de internautas em sua categoria).
A pesquisa também aponta para a igualdade de uso das redes sociais em praticamente todas as classes sociais, de A a D. Se os usuários das classes A e B utilizam a web em casa, no trabalho e por celular, os usuários das classes C e D utilizam igualmente, mesmo que através das lan houses.

Enfim, essa informação serve como uma chamada de atenção para muitos profissionais de marketing Brasil afora, que devem aproveitar a utilização da grande rede, como também devem aprender a como fazer marketing nela, pois o conceito, apesar de ser o mesmo, requer uma execução de campanhas um pouco diferente do que o habitual no marketing tradicional.

Fonte adicional: http://midiaboom.com.br/2010/06/06/infografico-as-redes-sociais-onde-os-brasileiros-se-encontram/

Marketing 1980 x marketing 2009 (e a experiência do cliente)

media_httpwwwbarcelonaschiringuitocompublicassetsPost33341advertising2009jpg_kBDhdCkqEpFjGzD_jpg_scaled1000Estava checando meu Twitter quando me deparei com um tweet interessante: “Advertising 1980 vs. Advertising 2009 http://bit.ly/z1pPK” (@vivibastos). Fui verificar, como sempre ávido por coisas novas e interessantes na área de estratégia e marketing.

O post, no blog da marketeira Marta Kagan (powered by Posterous), me chamou a atenção, pois nos lembra da complexidade que temos de enfrentar no cenário do marketing atual. (O post era ilustrado pela imagem ao lado.)


Antes, as opções de propaganda e marketig eram limitadas. O marketeiro criava uma campanha e a propagava por jornal, TV, rádio e algumas outras poucas mídias. Hoje, temos de replicar essas campanhas em dezenas de outros meios, e adaptá-las a cada tipo de mídia, com seus propósitos específicos, e atrair nosso público-alvo, já bombardeado por anúncios e todo tipo de campanha e afins.

Marta Kagan também nos lembra que devemos ser muito criativos hoje, e consquistarmos nossos clientes, não encará-los como um simples “alvo” (infelizmente, é o que muitos o fazem, e o próprio termo ‘público-alvo’ já nos instiga a isso). O que o bom marketeiro deve buscar é atrair seus clientes de forma que esses percebam utilizade e valor em sua oferta, ao invés de alguém apenas tentando empurrar-lhe um produto.
Precisamos investir na experiência que nossos clientes (e futuros clientes) terão com o produto/serviço, e mesmo com a empresa. Devemos garantir que temos um bom produto, um excelente atendimento, enfim, temos de conquistar a admiração de nossos clientes. Não adianta ficar simplesmente anunciando vantagens e mundos, e depois falhar na entrega da promessa e desapontar os clientes. Além disso, todos estamos saturados de tanta informação e propaganda. Eu, por exemplo, já não aguento mais tanto SMS chegando ao meu celular, e-mails clamando por minha atenção, intervalos comerciais intermináveis na TV, gente tentando me entregar um calhamaço de panfletos na rua, e por aí vai. Não há ser humano que dê conta de tudo isso, e ainda consiga viver a própria vida, que hoje anda cada vez mais agitada e onde ninguém mais tem tempo de sobra para coisa alguma.

Por isso, sigamos o exemplo de inúmeras empresas criativas e busquemos atrair nossos clientes pela admiração e entusiasmo que causamos neles, e assim recrutaremos fãs, e não meros compradores ocasionais, como Marta Kagan mencionou no post de seu blog.

Marketing 1980 x marketing 2009 (e a experiência do cliente)

media_httpwwwbarcelonaschiringuitocompublicassetsPost33341advertising2009jpg_kBDhdCkqEpFjGzD_jpg_scaled1000Estava checando meu Twitter quando me deparei com um tweet interessante: “Advertising 1980 vs. Advertising 2009 http://bit.ly/z1pPK” (@vivibastos). Fui verificar, como sempre ávido por coisas novas e interessantes na área de estratégia e marketing.

O post, no blog da marketeira Marta Kagan (powered by Posterous), me chamou a atenção, pois nos lembra da complexidade que temos de enfrentar no cenário do marketing atual. (O post era ilustrado pela imagem ao lado.)


Antes, as opções de propaganda e marketig eram limitadas. O marketeiro criava uma campanha e a propagava por jornal, TV, rádio e algumas outras poucas mídias. Hoje, temos de replicar essas campanhas em dezenas de outros meios, e adaptá-las a cada tipo de mídia, com seus propósitos específicos, e atrair nosso público-alvo, já bombardeado por anúncios e todo tipo de campanha e afins.

Marta Kagan também nos lembra que devemos ser muito criativos hoje, e consquistarmos nossos clientes, não encará-los como um simples “alvo” (infelizmente, é o que muitos o fazem, e o próprio termo ‘público-alvo’ já nos instiga a isso). O que o bom marketeiro deve buscar é atrair seus clientes de forma que esses percebam utilizade e valor em sua oferta, ao invés de alguém apenas tentando empurrar-lhe um produto.
Precisamos investir na experiência que nossos clientes (e futuros clientes) terão com o produto/serviço, e mesmo com a empresa. Devemos garantir que temos um bom produto, um excelente atendimento, enfim, temos de conquistar a admiração de nossos clientes. Não adianta ficar simplesmente anunciando vantagens e mundos, e depois falhar na entrega da promessa e desapontar os clientes. Além disso, todos estamos saturados de tanta informação e propaganda. Eu, por exemplo, já não aguento mais tanto SMS chegando ao meu celular, e-mails clamando por minha atenção, intervalos comerciais intermináveis na TV, gente tentando me entregar um calhamaço de panfletos na rua, e por aí vai. Não há ser humano que dê conta de tudo isso, e ainda consiga viver a própria vida, que hoje anda cada vez mais agitada e onde ninguém mais tem tempo de sobra para coisa alguma.

Por isso, sigamos o exemplo de inúmeras empresas criativas e busquemos atrair nossos clientes pela admiração e entusiasmo que causamos neles, e assim recrutaremos fãs, e não meros compradores ocasionais, como Marta Kagan mencionou no post de seu blog.

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