Bem-vindos(as) ao Caos de Marketing

Bem sabem os marketeiros (e não me importo com essa denominação) que a vida nessa profissão não é fácil! Prazos apertados, metas, controles, contatos, relacionamentos...enfim, para sobreviver nessa selva temos de nos desdobrar em mil. Temos de celebrar os acertos, aprender com os erros.

Com o intuito de trazer um pouco de informação, reflexão e diversão aos colegas de profissão, e entusiastas, criei o Caos de Marketing. E espero que dele façam bom proveito, participem, busquem mais informações e também desestressem! Afinal, nós merecemos uma ajudinha e algumas pausas pro café...
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Estudante sem redes sociais tem abstinência similar a de usuário de drogas, diz pesquisa

Artigo original: http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular/noticias/estudantes-longe-redes-sociais-eletronicos-tem-abstinencia-similar-dependentes-quimico-diz-pesquisa-552977.shtml

Networking O que aconteceria se você tivesse que passar 24 horas sem acessar Orkut, MSN ou Twitter? Nos Estados Unidos, estudantes privados de redes sociais e equipamentos eletrônicos durante um dia desenvolveram síndrome de abstinência “similar à de dependentes de drogas”, segundo um estudo da Universidade de Maryland.

O experimento “24 hours: Unplugged” (24 horas: desconectados, em tradução livre) pediu a 200 estudantes de 18 a 21 anos que deixassem de qualquer equipamento conectado a mídias eletrônicas e redes sociais como celular, TVs, iPods, Blackberries ou laptops.

Os resultados, segundo o estudo, foram semelhantes aos observados em usuários com dependência química. Para descrever como se sentiam, os universitários utilizaram os termos “desejo incontrolável, muita ansiedade, apreensão extrema, tristeza profunda, tensão e loucura”.

“São as mesmas reações observadas em usuários dependentes de drogas e álcool”, diz o estudo. “Os universitários americanos, hoje em dia, são dependentes de mídias”, conclui a professora de jornalismo da instituição Susan Moeller, coordenadora da pesquisa.

Os meios mais utilizados pelos estudantes norte-americano para se comunicar são, segundo a pesquisa, SMS e Facebook. Em segundo lugar, distante, vêm as ligações telefônicas e os e-mails.

“Renunciar à tecnologia equivale a renunciar à vida social para essesestudantes”, diz a professora. “Os estudantes reclamaram que era muito chato ir para qualquer lugar ou fazer qualquer coisa sem ouvir os MP3”, segundo o relatório.

Grandes empresas descobrem as redes sociais

Artigo original: http://veja.abril.com.br/310310/desafio-grandes-empresas-p-108.shtml

Por que o investimento para divulgar produtos e conversar com os consumidores em redes sociais como Facebook e Twitter deve dobrar nos próximos anos

Há pouco mais de um ano, a AmBev, o gigante do setor de bebidas, resolveu experimentar uma nova estratégia para divulgar dois de seus produtos - a cerveja Skol e o Guaraná Antarctica. Para atingir o público de 18 a 35 anos, a companhia passou a criar filmes engraçados no site de compartilhamento de vídeos YouTube, como o de um dragão fazendo embaixadinhas que se transformava no craque Ronaldo. Só no primeiro dia, mais de 400 000 pessoas assistiram à peça publicitária. A experiência foi considerada promissora e, em julho do ano passado, a AmBev decidiu criar uma equipe dedicada exclusivamente a divulgar a marca Skol nas redes sociais da internet. Sob o comando do administrador Sérgio Eleutério, de 29 anos, quinze profissionais monitoram 24 horas por dia as oito comunidades em que a marca está presente: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, Flickr, Blip.fm, Drimio e Last.fm. O que a multinacional faz não é um ato isolado. Grandes empresas brasileiras estão criando departamentos nesses mesmos moldes. Não é de hoje que as corporações buscam explorar as potencialidades da internet para interagir com os clientes. O que chama atenção agora é o vulto que a estratégia vem tomando. Uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos, revela que atualmente 10% do orçamento em marketing das empresas é direcionado às redes sociais. Em cinco anos, essa fatia dobrará de tamanho. "Em algumas companhias, como a nossa, o investimento nas redes é o segundo em marketing", afirma Eleutério.

negociosinternet4 Monitorar o que se diz da empresa na web é um dos pontos cruciais do negócio. "Independentemente da vontade das empresas, as pessoas vão comentar sobre elas na rede, para o bem ou para o mal. Quem quiser sair na frente terá de entender a regra do jogo: fazer com que prevaleçam os comentários positivos", diz Pedro Resende, 32 anos, fundador da Riot, agência focada nas redes sociais. Não é exagero dizer que ficar de fora desse ambiente é uma estratégia arriscada. Tanto que já é bastante expressivo o número de companhias que usam pelo menos alguma ação desse tipo: quase 70% das 100 maiores marcas do mundo. Um estudo feito por duas consultorias americanas especializadas no assunto conclui ainda que há relação entre esse investimento e a lucratividade. Quanto mais "engajada" a empresa na internet, maiores são suas chances de retorno financeiro. Em um ano, as primeiras do ranking tiveram até 20% de acréscimo no faturamento. É o caso da Starbucks, que encabeça a lista. Depois de ter centenas de lojas fechadas nos Estados Unidos em 2008, o gigante dos cafés identificou uma janela de oportunidade no meio virtual. Criou uma comunidade no Facebook para que as pessoas fizessem sugestões e discutissem abertamente o que achavam da marca. Em poucos meses, a comunidade tornou-se uma das mais populares do site, com 6 milhões de fãs atualmente. Além de aumentar as vendas, a medida ajudou a imagem da empresa. Resume o publicitário Marcelo Tripoli, da agência iThink: "A Starbucks adotou a melhor tática que existe na rede: abriu um espaço que fomenta o diálogo entre as pessoas sobre a sua marca".

Ao abrirem espaço para críticas, as empresas transmitem aos consumidores o recado de que, se eles encontram um problema, elas estão dispostas a resolvê-lo (ou a tentar, pelo menos). O grupo Pão de Açúcar, por exemplo, anunciou recentemente a criação de um departamento voltado às redes sociais. O investimento, de 10 milhões de reais para 2010, é um dos mais altos da empresa. "Com o crescimento de sites como Orkut, Facebook e Twitter, e a mudança na forma como as pessoas conversam entre si, entendemos que ou o Pão de Açúcar entrava com força no meio digital, ou ficava para trás", diz Hugo Bethlem, vice-presidente do grupo. A ideia, que veio diretamente de Abilio Diniz (ele próprio tem o seu perfil no Twitter, com quase 14 000 seguidores), é simples: fazer com que as redes sociais realizem o papel da tradicional ouvidoria - só que de forma mais dinâmica. Foi o que aconteceu com uma cliente que reclamou pelo Twitter sobre a falta de um produto no supermercado Extra. Em questão de minutos, um funcionário da empresa respondeu à mensagem indicando onde comprar o item no site da marca. Logo depois, a mulher postou uma frase elogiando o atendimento e recomendando o serviço a seus amigos.

Não são apenas as grandes corporações que usam as redes sociais em sua estratégia de marketing. Ao contrário dos anúncios publicitários, em geral caríssimos, muitas ações feitas nas redes têm custo acessível para pequenas e médias empresas. "O principal investimento é o meu tempo", diz Marcos Leta, fundador de um negócio de sucos naturais que usa a internet para se promover. A Do Bem, criada no Rio de Janeiro no fim de 2008, começou fazendo vídeos pelo YouTube que se tornaram virais (expressão usada para tudo que se espalha na rede em pouquíssimo tempo, originando milhares de comentários). Os vídeos são simples, mas chamam atenção pela criatividade - em um deles, um piano, feito de bolachas wafer, é tocado de verdade. Até agora, parece que a fabricante de sucos encontrou a fórmula certa: com perfil em quase todas as redes sociais, ela é to popular na rede que gente de todo o país pergunta quando a marca chegará a sua cidade.

Ação em mídias sociais faz Dell reduzir comentários negativos pela metade

Desde 2007 grupo de profissionais conversa com consumidores em blogs e fórums, em linguagem direta; menções diárias da marca chegam a 4 mil.

A gigante de computadores Dell disse que reduziu à metade os comentários negativos sobre sua marca por meio de ações em mídias sociais.

A revelação foi feita pela chefe de comunicações em mídia digital da empresa, Kerry Bridge, durante o Encontro de Gerência de Relacionamento com o Consumidor, promovido pelo Gartner nos dias 16 e 17 de março em Londres (Reino Unido).
No evento, Kerry disse que a empresa tenta falar com consumidores através da internet para melhorar a imagem da  marca.

“Em 2007 organizamos um grupo de agentes sêniores para conversar com consumidores em blogs e fóruns. Isso resultou em uma diminuição de 50% no número de citações negativas”, conta.

De acordo com Kerry, a Dell recebe 4 mil menções diárias na rede. A empresa encoraja essas menções por meio de uma postura ativa em diversas mídias sociais. Isso inclui contas pessoais e corporativas no Twitter e uma comunidade de blogs chamada Direct2Dell.

A Dell também roda o fórum Ideastorm, que permite a consumidores sugerir ideias de como melhorar negócios e produtos. A comunidade de consumidores vota nas ideias e a cada mês a Dell tenta colocar as 40 melhores em prática nos seus negócios.
400 ideias

Como resultado, Kerry disse que a empresa implantou até agora 400 ideias de consumidores. Ela acrescentou que os blogs Direct2Dell atraem milhões de leitores.
Ela também ressaltou a importância de medir atividades em mídias sociais para avaliar se ela apoia bem os objetivos de negócio.

“Nós ligamos nossos blogs ao site da Dell para sermos capazes de ver quando consumidores estão lendo os blogs ou comprando algo”, disse Kerry.
Entretanto, quando responde a consumidores online, ela diz que é importante conversar no mesmo nível, sem tentar fazer campanha de marketing.

“Tenha certeza de ler todos os blogs e posts e responda para os consumidores em um tom personalizado. As expectativas deles são de que você esteja onde eles estão, e eles querem que você seja útil”, finalizou.

Artigo original: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/18/acao-em-midias-sociais-faz-dell-reduzir-comentarios-negativos-pela-metade/

Jogos para fazer a cabeça funcionar melhor

Uma excelente forma de manter o raciocínio afiado e melhorar sua capacidade de resolver problemas, algo essencial para qualquer profissional de nosso tempo!

Ufa!!! Demorou um pouco, gastei todos os meus pobres neurônios cansados, contei com muita sorte, mas acabei o Splitter 2. Taí a imagem abaixo pra comprovar!

Splitter2E você?! Que tal aceitar esse desafio também e tentar chegar ao final do jogo? Garanto que vai queimar muito neurônio, mas vai se viciar nesse troço até resolver todos os quebra-cabeças.

Acesse: http://www.casualcollective.com/#games/Splitter_2 

Mais jogos de rachar a cuca no site: http://www.casualcollective.com/#

3G: Qual operadora oferece o melhor

Matéria original: http://olhardigital.uol.com.br/laboratorio_digital/video_wide.php?id_conteudo=9991&/3G+QUAL+OPERADORA+OFERECE+O+MELHOR+SERVICO

Links desta matéria:

Sinal 3G: Mapa Wiki da cobertura 3G no Brasil

SpeedTest: Teste a velocidade da sua conexão

Superando todas as expectativas iniciais, o Brasil deve fechar 2009 com algo entre 7 e 8 milhões de terminais de internet móvel, entre celulares e modems, segundo a consultoria Teleco. Só em outubro, o aumento foi de 1,2 milhão de aparelhos. Não há dúvida da grande demanda por internet móvel no país, mas será que os serviços oferecidos estão à altura? Para responder a esta pergunta, fomos às ruas de São Paulo testar a conexão 3G das quatro operadoras que cobrem a cidade: Vivo, Oi, Claro e Tim.

Os quesitos avaliados foram: cobertura, estabilidade e velocidade das conexões. Para garantir igualdade de condições no teste, usamos o mesmo modem para todas as operadoras, o Bandluxe C178, e um Macbook, da Apple. Definimos 3 pontos-chave da cidade de São Paulo para testar as conexões na rua : a praça Silvio Romero, no Tatuapé, a av. Paulista, perto do parque Trianon, e a Av. Roberto Marinho, no Brooklin. Nesse locais, estávamos estacionados, mas, também experimentamos navegar na internet nos 4 serviços com o carro em movimento, circulando pela cidade.

Começamos dirigindo pela região do Parque do Ibirapuera até a 23 de Maio. No viaduto, a conexão da TIM ficou instável, caiu e retornou apenas na Avenida Alcântara Machado, na Mooca, após 5 tentativas. Em seguida, circundamos o Shopping Metrô Tatuapé e ruas vizinhas.

Nessa região, a Claro apresentou uma conexão lenta, não conseguimos encontrar sinal com facilidade. A Vivo até apresentou uma conexão estável, mas a velocidade não foi lá essas coisas: variou entre 40 e 95 kbps. A Oi nem apresentou sinal, e aqui tiramos nossa primeira conclusão: os serviços 3G em São Paulo são bastante heterogêneos, variam bastante quando se está em movimento.

Chegamos à Praça Sílvio Romero, no bairro do Tatuapé. A Tim demorou um pouco para conectar, mas apresentou um sinal estável e conseguiu atingir uma boa velocidade: 843 kbps. Conseguimos assistir a vídeos numa boa, nem chegou a bufferizar. Já com a Claro, percebemos que a velocidade aumentou ao ficarmos parados num mesmo lugar, mas o sinal continuou oscilando. Atingiu máxima de 146 kbps. Com o modem da Vivo, tivemos muita dificuldade para encontrar a rede 3G. Na primeira tentativa, conseguimos a velocidade de 109 kbps. Na segunda tentativa, o padrão de rede caiu de EDGE para GPRS e pegamos velocidade de 17 kbps – a pior de todo o teste. A terceira tentativa foi melhor: velocidade de 237 kbps. A Oi, simplesmente, não possui cobertura 3G na região. Achou apenas o padrão EDGE. Velocidade máxima de 138 kbps e mínima de 38 kbps. Uma lentidão desesperadora.

Resumo das conexões na Sílvio Romero (velocidades máximas):

TIM: 843 kbps

Claro: 146 kbps

Vivo: 109 kbps

Oi: 138 kbps

Próxima parada: Avenida Paulista. A TIM encontrou rapidamente a rede 3G e atingiu velocidade máxima de 507 kbps. Em movimento, porém, a velocidade cai um pouquinho e fica entre 300 e 400 kbps. A Claro teve dificuldade para encontrar conexão, mas a velocidade foi razoável: 595 kbps. Em movimento, esse status continua bom. Aqui, a Vivo encontrou rapidamente a rede 3G e ainda registrou velocidades excelentes: bateu picos de 1045 kbps. Em movimento as velocidades foram bem menores: entre 399 e 623 kbps. A Oi, novamente, decepcionou: não encontramos rede 3G da operadora em plena Avenida Paulista! A velocidade máxima foi de 132 kbps, no padrão EDGE. Em movimento, as velocidades encontradas foram de 70 e 102 kbps.

Resumo das conexões na Av. Paulista (velocidades máximas):

TIM: 507 kbps

Claro: 595 kbps

Vivo: 1045 kbps

Oi: 132 kbps

Nossa última parada foi na Avenida Roberto Marinho, zona Sul da cidade. E nem a chuva nos fez desistir dos testes. A TIM conectou com rapidez na rede 3G. as velocidades foram boas: 657 e 777 kbps. A Claro conectou com muita rapidez e bateu recorde de velocidade do teste: 1113 kbps na primeira tentativa e 1096 kbps na segunda tentativa. Com a Vivo, foi difícil encontrar sinal, e a conexão foi bem lenta nas 3 primeiras tentativas: 173, 187 e 184 kbps. Mas a quarta e quinta tentativas foram boas: 837 e 855 kbps. A Oi? Bom... aqui também, o resultado foi o mesmo: nada de rede 3G. Velocidades entre 19 e 53 kbps no padrão EDGE.

Resumo das conexões na Av. Roberto Marinho (velocidades máximas):

TIM: 777 kbps

Claro: 1113 kbps

Vivo: 855 kbps

Oi: 53 kbps

A nossa conclusão final é a seguinte: o serviço 3G no Brasil precisa melhorar e muito! Basta pensar que esse teste foi feito na maior cidade do país... e mesmo aqui a qualidade dos serviços deixa tanto a desejar que é impossível selecionar um vencedor. Em muitos locais onde determinada operadora pode ter bom desempenho, outras mal seguram as conexões por alguns minutos. Mesmo entre uma única operadora, o serviço não é homogêneo na cidade. Nossa recomendação é que, antes de contratar uma banda larga móvel, avalie o serviço em seu bairro ou bairros onde mais pretende usá-la. Mesmo assim, não há garantia de estabilidade. Mas num panorama geral, o cenário é o seguinte: a Claro, que não vinha obtendo resultados satisfatórios logo na estréia do serviço, há 2 anos, e recebeu muitas reclamações, mostrou sensível melhora em velocidade e estabilidade. Mas os resultados ainda são muito divergentes. A Vivo apresentou bom equilíbrio entre qualidade de sinal e cobertura, mas ainda deixa a desejar em muitas áreas da cidade. A TIM tem cobertura bem menor que Claro e Vivo, mas o sinal costuma ser mais forte e as conexões caem menos. Quanto à Oi, estamos até agora nos perguntando onde estaria o seu 3G...

Quer saber como anda o 3G na sua região? Então acesse os links acima, que te levam a um site que traz um mapa do Brasil com informações da cobertura 3G em todos os estados. O mapa é colaborativo, e você também pode deixar as suas impressões e experiências com as conexões de dados. E o SpeedTest te permite fazer o teste de velocidade onde quer que você esteja. Acesse, confira e colabore!

Agência Bullet faz estudo sobre Twitter no Brasil

A agência Bullet fez um interessante estudo sobre o uso do Twitter no Brasil. É sempre bom juntarmos o máximo de dados possíveis sobre o uso das mídias sociais para os propósitos de negócios, algo que ainda não é plenamente praticado em nosso país.

Veja:

Estouro da bolha da internet completa 10 anos hoje; relembre as maiores bobagens daquela época

Artigo original: http://super.abril.com.br/blogs/rebit/222983_post.shtml

1268229806650_9 Ah, o ano 2000... Eu me lembro muito bem. A internet era discada, e só se navegava de madrugada e nos fins de semana - únicos horários em que dava pra ficar conectado sem gastar uma fortuna de telefone. Ninguém sabia o que era Google, e todo mundo pesquisava no Altavista: um buscador tão ruim que na época a Folha, onde eu trabalhava, publicava uns guias com os endereços dos sites. Não havia redes sociais, o mensageiro era o ICQ, e os 'blogs' eram páginas do tosco Geocities. E a multimídia, se é que dá pra chamar assim, chegava pelo RealPlayer e seus vídeos - que tinham o tamanho de um selo e sempre davam pau.
Bons tempos. Porque ninguém ligava pra esses problemas: o mundo estava descobrindo a internet, e as revistas de negócios só falavam nas "empresas ponto com" - que recebiam toneladas de investimento e estavam inaugurando a chamada Nova Economia, anticíclica e de crescimento ilimitado. Ah, tá. No dia 10 de março de 2000, exatamente dez anos atrás, o sonho acabou. E a bolsa eletrônica Nasdaq, onde as empresas de internet negociavam suas ações, começou a despencar. Caiu 4% só no primeiro dia, e não parou mais: chegou a perder 75% do valor, e até hoje não se recuperou (está em 2300 pontos, menos da metade do que era em 2000).
Ninguém sabe, exatamente, o que fez a bolha estourar. Mas todo mundo sabe, hoje, o que fez ela se inflar - uma série de decisões erradas e empreitadas estapafúrdias, que não tinham nenhuma chance de dar certo. Vamos a elas. com vocês, o Top 10 Equívocos, Furadas e Infelicidades da Bolha da Internet:

10. Web TV Como o PC era caro e pouca gente tinha, que tal acessar a internet pela TV? Boa ideia - pena que nunca funcionou direito. Como as televisões da época eram de baixíssima resolução, os sites ficavam praticamente ilegíveis. A Microsoft tinha seu produto do tipo, o WebTV, e no Brasil a onda era um aparelho chamado My Web - que navegava incrivelmente mal, e tentou compensar isso criando seu próprio portal de conteúdo. Quebrou já em 2000.   

9. AllAdvantage.com Seja pago para surfar na web! Se isso soa como um trambique, é porque era mesmo: a AllAdvantage enchia a tela do seu computador com anúncios, e em troca te pagava a fortuna de US$ 0,50 por hora. Só que o aplicativo da empresa, que você instalava no PC, espionava todos os seus hábitos - foi o primeiro spyware da história. Chegou a ter 10 milhões de usuários, mas acabou vítima do próprio veneno: alguém inventou bots que navegavam sozinhos e tomavam dinheiro da AllAdvantage. Isso, mais a retração da propaganda após o estouro da bolha, matou a empresa em 2001.

8. Furniture.com Em 2000, o comércio eletrônico praticamente inexistia. Ninguém comprava nada pela internet. Mas o Furniture.com queria mudar isso: oferecia sofás, camas e outras coisas que qualquer pessoa sã jamais compraria sem ver de perto. Uma ideia incrivelmente estúpida, que logo naufragou - levando US$ 100 milhões em investimento. Pior que isso, só o próximo item.
7. Webvan Frutas, legumes e verduras pela internet. Você clica, e a Webvan te entrega em no máximo 30 minutos. Tudo fresquinho (not). Era uma tarefa quase inviável, com enormes dificuldades logísticas e custo altíssimo. O que não impediu, claro, os investidores de jogarem US$ 400 milhões nessa barca furada.

6. Flooz Espécie de dinheiro virtual, que você podia comprar com o seu cartão de crédito. Foi uma espécie de precursor do PayPal. Só que logo foi pro saco - e deu calote nos infelizes que tinham acreditado nele.

5. A compra do Broadcast.com O Yahoo era o Google daquele tempo - a empresa mais admirada da internet. Só que fazia muitas bobagens. Comprou um site de vídeos, o Broadcast.com, por inacreditáveis US$ 5,7 bilhões. Em valores de hoje, isso dá US$ 7,2 bilhões - ou 4,5 vezes o que o Google pagou pelo YouTube. O Broadcast não deu em nada, e acabou sendo fechado. Foi só mais uma da série de péssimas aquisições do Yahoo.

4. UOL não ter feito o IPO Perdoem o termo, mas na época o UOL era o fodão do bairro Peixoto: no Brasil, todo mundo que acessava a internet acessava o UOL. Várias empresas gringas, da Telefônica à AOL, queriam comprar parte do Universo Online. Os donos recusaram, e decidiram abrir o capital da empresa nos Estados Unidos. Estavam certos, porque ia render uma grana absurda - o portal uruguaio Starmedia, muito menor, chegou a valer US$ 3,8 bilhões. Só que o UOL demorou demais. A bolha da internet estourou duas semanas antes do seu IPO, marcado para o final de março. A oferta de ações miou, a empresa perdeu uma fortuna, afundou em prejuízos e só começou a se recuperar vários anos depois.

3. As mentiras da Merrill Lynch Você conhece alguém que investe em ações? Naquela época, isso estava começando a ficar comum. E as pessoas investiam, claro, nas ações das empresas pontocom - mesmo que elas fossem, como tudo era na internet daquele tempo, meio duvidosas. Até que um analista da consultoria Merrill Lynch foi pego no pulo. Enquanto recomendava certas ações aos clientes, mandava emails aos amigos dizendo que elas eram "uma merda". O cara se chama Henry Blodget, foi processado e banido do mercado financeiro. Lesou muita gente, e virou símbolo de uma época - todas as empresas do mercado recomendaram ações horríveis, de empresas que acabaram quebrando. Hoje, Blodget trabalha como jornalista nos EUA :-P

2. Juiz Jackson, o fanfarrão Houve um tempo, antes da ressurreição da Apple e da ascensão do Google, em que a Microsoft reinava soberana. Tão soberana que usou seu poder para esmagar concorrentes e atraiu a ira do governo dos EUA, que foi aos tribunais acusar a empresa de concorrência desleal. Foi histórico: o vídeo com o depoimento de Bill Gates é imperdível. O juiz do caso, Thomas Jackson, condenou a Microsoft. Ela teria de ser dividida em duas empresas - uma dona do Windows, outra do resto. Só que Jackson não se conteve: deu uma entrevista falando mal da Microsoft, que o acusou de parcialidade e conseguiu que ele fosse imediatamente afastado do caso.
Não sei se a empresa devia ou não ter sido partida ao meio (às vezes acho que isso teria sido bom para o mercado, e melhor ainda para a própria Microsoft). Mas o que importa é: em 10 minutos, o juiz Jackson jogou fora anos de esforço do governo e do sistema judiciário americano. Fail da década. Mas teve um pior.

1. AOL Time Warner O que esses caras estavam pensando? Tudo bem, era a bolha da internet e tal. E a America Online (onde trabalhei um tempo em 1999) era o maior provedor de internet dos EUA. Mas era só isso. E cismou de pagar US$ 164 bilhões por uma empresa bem maior do que ela - a Time Warner. Em dinheiro de hoje, dá US$ 210 bilhões. Sabe o que é isso? É mais do que vale o Wal-Mart, terceira maior empresa do mundo. Um exagero absurdo.
E a "fusão" entre AOL e Time Warner foi um desastre. Não serviu pra nada a não ser destruir a marca AOL (que recentemente foi até apagada do nome do grupo) e aniquiliar o valor de mercado da empresa, que hoje vale 'apenas' US$ 27 bilhões. Ou seja: tiveram o dom de fazer evaporar mais de US$ 180 bilhões. O que dizer aos autores dessa obra-prima? É a Taça Jules Rimet do Fail.

Dica de blog: Marketing na Cozinha

logo Quando vemos algo de interessante e criativo na web, o dever de todo internauta é compartilhar esse ítem, não é mesmo?!

Assim, minha dica de hoje é o blog Marketing na Cozinha (http://marketingnacozinha.com.br/), que mistura culinária, marcas e marketing de forma muito interessante e leve. Uma boa leitura, além de um design de blog muito bem feito.

Parabéns ao autor (ou autores) desse blog!

Campanha bem criativa da Rexona

6b7ea1d2ac7ef A Unilever tem investido bem seus ‘marketing dollars’ e utilizado um mix de publicidade bastante saudável à organização. Um exemplo é essa campanha da Rexona, a Rexona Tuning, buscando atingir o público masculino, à qual cheguei via um anúncio online no MSN Hoje (que abre em forma de janela/pop-up quando logamos no Windows Live Messenger).

Nesse exemplo, um integrado de campanha de “guerrilha” e viral online, a equipe da Rexona (e/ou de sua agência de publicidade) “tunnou” carros com papelão, e os desfilou pelas ruas, aos olhares curiosos dos passantes, o que deve ter chamado muito a atenção.

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Então, para completar, gravou tudo em vídeo, e soltou em seu canal no YouTube, na tentativa de viralizar a campanha. Se a campanha viralizará (palavra difícil de pronunciar, hein?!) ou não, isso são outros quinhentos, afinal todos sabemos que viralizar uma campanha não é fácil, especialmente se não parecer algo natural aos olhos dos internautas.

img_post_fangio_2 Como não bastasse a iniciativa de guerrilha e de viral, foi mais adiante, criando algo que tem se tornado cada vez mais popular entre as empresas de grande porte, que é a criação de conteúdos digitais mais complexos, em geral “games” envolvendo o produto. Isso já foi feito anteriormente por outras multinacionais, cujo exemplo que mais se fixou em minha mente foi a campanha do Mentos Kiss. Enfim, quem quiser testar suas habilidades como piloto de carros, pode acessar o game do Rexona Tuning em http://www.rexonatuning.com/. Até pode adicionar seus amigos do Orkut, desafiando-os para uma corrida.

Apesar que a campanha já se pressagiava há bastante tempo, desde o lançamento dos desodorantes Rexona for Men com apelo ao ambiente “automobilístico”, quando do lançamento dos Rexona V8 e V12, menções às potências de motores de carros.

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Enfim, de qualquer forma, a experiência é bastante válida, e achei bastante interessante. A Unilever realmente está fazendo um esforço bastante positivo para utilizar as novas mídias e estratégias de marketing para divulgar seus produtos. Parabéns, Unilever, por buscar compreender os hábitos e preferências de seu público-alvo e não ter medo de inovar.

Assista a um dos vídeos da campanha:

Ou acesse o canal da campanha no YouTube:

http://www.youtube.com/user/rexonamen

Jogue o game Rexona Tuning:

http://www.rexonatuning.com/

YouTube permite que usuários pulem anúncios

O YouTube passou a permitir que usuários pulem anúncios, caso não queiram assisti-los. O objetivo é melhorar a experiência do usuário e incentivar as empresas a melhorarem as propagandas.

Para isso, foram adicionados botões 'skip', através dos quais os usuários pulam os anúncios.  Além disso, o novo recurso permite que o anunciante pague apenas pela publicidade que foi assistida por inteiro ou aquela que gerou alguma ação por parte do usuário.

O YouTube passou a exibir anúncios em seus vídeos no ano passado e, desde então, o site alega que 50% das pessoas abandonam o clipe na metade.

Leia o artigo original: http://imasters.uol.com.br/noticia/14964/publicidade/youtube_permite_que_usuarios_pulem_anuncios/

Um pouco mais de Twitter

Estava navegando a web, e encontrei algumas coisas sobre Twitter. Mas, como ando meio sem tempo de traduzir, segue um trechinho das matérias que encontrei, apenas pra não deixar passar em branco:

The Top 21 Twitter Applications (According to Compete)

We’ve accumulated a list of the twenty most popular Twitter applications, based on monthly unique visitor data from Compete. Twitpic, an app that lets users share photos on Twitter, took the top spot with 1,236,828 unique visitors in January. Tweetdeck, which came in second with 285,864 monthly visits, is a Twitter app that streamlines notifications and tweets. Third place went to Digsby (with 233,472 monthly visitors), an application that centralizes e-mail, IM and social networking accounts into one desktop program.

Fonte: http://www.techcrunch.com/2009/02/19/the-top-20-twitter-applications/

4 Ways Companies Use Twitter for Business

Gartner released a report today that highlights the different ways that companies are adopting Twitter for business use. Although Twitter was originally intended for communication among individuals, a number of organizations have begun to actively participate on the platform. However, not all companies are using Twitter in the same way. Some are tweeting, some are just listening, and some really savvy companies are doing both.

Before any company employees start tweeting, it would be a good idea to remind them that the same rules that apply to other web participation (like blogging, for example) also apply to Twitter. "As Twitter is a public forum, employees should understand the limits of what is acceptable and desirable," says Jeffrey Mann, research vice president at Gartner. "If organizations have not defined a public Web participation policy, they should do so as quickly as possible."

Based on Garnter's research, they have narrowed down the four different ways that companies are using Twitter today: direct, indirect, internal, and signaling.

Fonte: http://www.readwriteweb.com/enterprise/2009/03/4-ways-companies-use-twitter-for-business.php

Bandas de rock demonstram bom uso de marketing

vinyl_800_600 Algumas bandas de rock tem demonstrado maior consciência sobre a importância do bom uso do marketing online e de mídias sociais do que muita empresa de renome no mercado.

Tomemos como um primeiro exemplo a banda Metallica, que permite que o usuário troque o “skin” (funcionalidade para um usuário poder trocar a “roupa” de um aplicativo ou site) de seu site de acordo com o álbum ou “tour” da banda que mais lhe agrade. Claro, coloquei o skin do clássico Black album (acesse o site e escolha seu skin favorito: http://www.metallica.com/).

Busquei na web para ver se alguma outra banda utilizava isso também, mas inicialmente não encontrei. Na verdade, não busquei somente pelos skins, mas pelas funcionalidades de interação com o usuário.

O site do Metallica não somente permite a troca de skins, mas apresenta uma boa variedade de “goodies” para os fãs, como downloads, músicas, e assim por diante. Compare o site do Metallica com outra banda que gosto muito, o Iron Maiden: http://www.ironmaiden.com/

Outro exemplo clássico de bom uso do marketing, especialmente o online e de mídias sociais, é o já citado U2, que recentemente fez algo inovador em parceria com o YouTube, disponibilizando um show “ao vivo” para ser assistido por usuários no mundo todo via web.

Enfim, a grande questão é que o bom uso da web para fins de marketing não tem limite de segmentos ou tipo de negócios, e o importante é buscar formas interessantes e inteligentes de agradar seu público alvo, entendendo-o, descobrindo o que ele quer, ou mesmo surpreendendo-o com inovações criativas e de bom gosto.

Twitter para os negócios (web app.)

feature_tab1 Twittar é um diferencial para muitas empresas, e essencial para outras, no cenário atual, não é mesmo?! Inúmeros artigos, manuais, white papers e ‘best practices’ já foram escritos e publicados sobre o uso dessa plataforma de micro-blogging nos negócios.

Assim, o objetivo desse post não é discursar sobre o tema, mas apresentar uma ferramenta que ajuda as empresas a utilizarem o Twitter a seu favor.

O CoTweet, em versão beta e gratuito, até o momento, permite gerenciar até 6 contas de Twitter, delegar tweets para acompanhamento por outro colaborador, analisar tendências com o Twitter Search, manter “thread” (encadeamento) e histórico de conversas, e assim por diante.

Essa não é a única ferramenta para gestão de contas de Twitter, nem a única com foco em negócios, mas realmente me pareceu ter boas funcionalidades para os usuários corporativos.

Acesse: http://cotweet.com/

Outra opção muito boa, mas sem tanto foco em negócios, é o TweetDeck: http://www.tweetdeck.com/beta/

Inovação: Revista masculina usa realidade aumentada

O importante é inovar, sempre!

O extrato de artigo abaixo foi retirado do site Olhar Digital (http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=9707&/REVISTA+MASCULINA+USA+REALIDADE+AUMENTADA)

20091103134754 “A edição de dezembro da revista masculina Esquire trará novidades. Quando os leitores apontarem a capa para uma webcam, as letras voarão e o ator Robert Downey Jr. "saltará" da capa.

Ao todo, a revista trará outras 6 brincadeiras utilizando a técnica. Cada um dos códigos aciona uma animação diferente, além de anúncios comerciais. O preço da edição, obviamente, saiu um pouco mais alto, mas a diferença será bancada por uma montadora de veículos. A revista chega às bancas no dia 16 de novembro.

Para o mercado editorial, essas inovações vêm sendo apontadadas como a saída para uma eventual crise na mídia impressa. Recentemente, a Time fez um experimento no qual os consumidores podiam combinar diferentes seções de 8 de suas revistas. A Entertainment Weekly colocou uma tela de vídeo em uma de suas edições. A própria Esquire já havia utilizado, no ano passado, tinta digital na capa de sua edição de 75o. aniversário.

Quer brincar com a realidade aumentada em seu computador? Nós mostramos alguns experimentos, agora, pra você. Clique aqui ou aqui e divirta-se!”

Saiba mais sobre “Realidade Aumentada”:

(1) http://www.realidadeaumentada.com.br/home/

(2) http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada

Orkut novo, estratégia velha! Funciona?

orkut_163871o_homepage_pt O pessoal do Google resolveu se antenar às tendências da web, e ficar de olho mais aberto na concorrência, em especial do Facebook, como também do Twitter (concorrente indireto da rede social da gigante das buscas).

Ao notar que o Facebook havia começado a se movimentar com força para ganhar participação no mercado brasileiro das redes sociais, a equipe do Orkut resolveu agir, e não ficar esperando a “onça”, nem o “passarinho azul” (geeks me entenderam, certo?!) chegarem perto. E hoje, o novo Orkut (na verdade, grandes modificações de layout e funcionalidades) é lançado ao público.

Bem, o que a equipe de marketing do Orkut (leia-se, do Google) pensou para tentar divulgar esse novo lançamento? Bom, eles recorreram à uma estratégia antiga, ao que dizem “o Orkut voltou às origens”, e resolveram montar o esquema de liberação da versão somente mediante convites de amigos que já estejam utilizando o novo layout. Foi assim que surgiu o Orkut, e agora estão tentando fazer o mesmo com essa nova versão.orkut_163872g_invitations_pt

Mas, isso funcionará? Já tenho notado bastante gente revoltada com essa velha estratégia em alguns comentários bastante incorformados que li no Twitter. Como também tenho notado um monte de gente desesperada para conseguir um convite, assim como eu (viciado em testar novas interfaces e novidades web).

Em minha humilde opinião, dá quase na mesma. Os usuários viciados em Orkut ficarão extremamente ansiosos por receber um convite e praguejarão contra o Google com todas as forças até receberem o que querem. Os usuários ocasionais provavelmente nem sabem que haverá uma nova versão, e acho que pouco estão ligando para isso. Assim, acredito que o Orkut deveria ter simplesmente feito como o Facebook, quando também ficou de cara nova, e liberado a nova versão de uma vez, sem frescuras. Mas, colocando a opção de aceitar ou não a nova versão (como fez o Yahoo! quando mudou sua interface de e-mail), pois no caso do Facebook, tem muita gente até hoje reclamando pra voltar à versão antiga.

Apenas acho que há estratégias e estratégias, e momentos de aplicá-las. Ao que me parece, a estratégia de liberação de um produto web mediante convites é mais apropriada no momento de lançamento de um produto/serviço, quando busca-se penetração no mercado. Quando você já tem uma participação bem definida e estabelecida nesse mercado, seu público geralmente está ansioso por novidades, e não quer ficar esperando ser convidado, sem qualquer noção de quando, como e por quem. Já tiveram de aguardar o dia do lançamento, agora tem de aguardar que uma boa almo os convide.

O ciclo de vida de um produto deve ser levado em consideração com bastante cautela para que se analise a melhor estratégia de divulgação de um novo release, modificação ou variação de produto. Cada fase desse ciclo de vida requer ações diferentes, levando em consideração o perfil do consumidor que o utiliza.

Enfim…acho que no fim das contas, o Orkut continuará a dominar o mercado de redes sociais brasileiro (caso o Facebook não encontre uma estratégia extremamente eficiente e inovadora), e qualquer insatisfação com essa forma de divulgação da nova versão não passará de um breve arranhão à imagem da marca no país.

Para mais informações, visite: http://www.google.com/support/orkut/bin/answer.py?answer=163871

Marketing paranormal

O novo filme de terror da Paramount Films, “Atividade Paranormal”, virou febre nos EUA e arrecadou mais de 62 milhões de dólares nas bilheterias, embora tenha custado apenas quinze mil.

Promovido pelo boca a boca e por um marketing engenhoso, o filme de terror "Atividade Paranormal", com um minúsculo orçamento de 11.000 dólares, se converteu no fenômeno da temporada nas bilheterias norte-americanas, recordando o sucesso de "A Bruxa de Blair" há 10 anos.

Marketing paranormal
Marketing paranormal

Os marketeiros apostaram pesado nas redes/mídias sociais, em especial Facebook e Twitter, para promover o filme, contando com o público web para apoiar o “azarão”, como dito por um dos executivos que cuidaram da estratégia de divulgação do filme.

No site oficial do filme, as pessoas podem Twittar seus “sustos” (no Inglês, Tweet your Scream, que literalmente seria “Twitte seu Grito”), compartilhar o site ou dizer aos amigos que vão assistir o filme, e tornarem-se fãs do filme no Facebook.

Está aí mais uma amostra da força da web e das mídias sociais para o mundo dos negócios, como também da importância de uma estratégia de marketing bem planejada e, mais ainda, bem executada!

Acesse o site oficial do filme e confira um pouco do marketing dele:
http://www.paranormalactivity-movie.com/

Leia mais: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jo4AU6tTCnKZ6agNVHQpQeYrVGKQ

Assista o trailer:

U2 também é fera na web!

Não é só Barack Obama que sabe usar bem as ferramentas web. A banda irlandesa U2 também faz muito bom uso daquilo que há disponível na web.

Nessa madrugada de domingo para segunda-feira (25.10.09), o U2 disponibilizou aos seus seguidores o streaming ao vivo de um de seus shows, via seu canal no YouTube, show esse que estou assistindo agora mesmo, enquanto publico esse post.

U2Além de usar bem o YouTube a seu favor, também promove campanhas de Marketing Social (incentivo a associações filantrópicas sem fins lucrativos) em seus sites, usa bem o Twitter e o Facebook, e assim por diante.

Aí está mais uma amostra de que o bom uso das ferramentas de mídias sociais e da web podem ser um instrumento de marketing poderoso para qualquer tipo de negócio, de campanhas presidenciais (marketing político), bandas de rock, empresas de bens de consumo e assim por diante.

Acesse o canal do U2 no YouTube: http://www.youtube.com/u2#p/u

Acesse o site da banda: http://www.u2.com

A classe C hoje manda e desmanda na internet

Não bastasse puxar a economia do país para frente, a classe C está dando um show na internet. Promovida a classe média emergente, comprou computador, arrumou banda larga e está mandando ver online. Quem você acha que infla os números brasileiros do orkut (27,3 milhões de visitantes únicos em julho) ou mantém a atividade febril do MSN, com seus 32,1 milhões de usuários, conforme foram registrados pelo Ibope Nielsen Online?

No final de 2008, a penetração da internet na classe C chegava a 39%, segundo dados da TGI Brasil. A projeção do IAB, bureau de publicidade interativa, é que até dezembro chegue a 45%. Assim, quase uma de cada duas pessoas emergentes surfará na web até o final do ano.

Leia o artigo original na íntegra: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/arrombaram-a-web-13102009-3.shl

Redes sociais: o novo marketing pessoal e empresarial do século XXI

E agora, outro artigo interessante que, dessa vez, encontrei no site iMasters. Segue trecho:

“As redes sociais, na web, são o meio onde as pessoas se reúnem por afinidade. O que as barreiras geográficas impediam no "tempo do cartão de visitas" deixa de existir com a internet. O número de conexões de relacionamentos, agora não mais limitados pela dimensão do espaço, aumenta significativamente. Esse aumento por si só tem uma clara consequência: cria uma quantidade tamanha de possibilidades que gera uma extrema qualidade de contatos em qualquer campo de interesse - seja ele carreira, hobbies, campo afetivo ou cooperativo.

As redes sociais, aos poucos, vão se definindo como uma imensa praça global em que o ímã da afinidade coloca iguais no mesmo grupo fortalecendo suas próprias habilidades e conhecimentos. O grupo se torna mais forte à medida que mais pessoas com a mesma sintonia a ele se agreguem.”

Leia o artigo original na íntegra: http://imasters.uol.com.br/artigo/14584/midiasocial/redes_sociais_o_novo_marketing_pessoal_e_empresarial_do_seculo_xxi/

Estratégias de Marketing na Era da Inclusão Digital

Segue trecho de um artigo bastante interessante que encontrei no site Mundo do Marketing.

“Tem-se observado grandes transformações na sociedade em decorrência da globalização e da rápida evolução tecnológica, o que impacta o consumidor que deixou de ser apenas um espectador para assumir um papel de protagonista da história. Sabe-se que cada vez mais ele interage com as marcas e as empresas, participando do processo de criação e lançamento de produtos, como no exemplo do novo Fiat Mio, podendo influenciar seu sucesso.

Essa interação gerada pela internet, principalmente pelas das redes sociais, é a grande responsável por esse movimento. Porém, não se pode esquecer que, para parte da população, tudo é ainda muito novo. No Brasil, a venda de computadores teve um crescimento espantoso: somente em 2008, somou mais de 12 milhões de equipamentos e estima-se que a metade foi destinada às classes de baixa renda, ou seja, um público que busca soluções mais simples, o que exige da indústria e do varejo uma readaptação, tanto em produtos, como serviços, para facilitar seu acesso.

Uma das conseqüências dessa inclusão tem sido o crescimento significativo do e-commerce, que deverá totalizar mais de R$ 10,5 bilhões em 2009, crescimento de 25% sobre 2008, sendo esse um período de crise econômica mundial! Não se pode esquecer o acesso aos celulares, hoje com uma base aproximada de 165 milhões de aparelhos, praticamente 80% pré-pagos e cuja evolução está longe do fim, tendo em vista a troca freqüente por novos modelos.”

Leia o artigo original na íntegra: http://www.mundodomarketing.com.br/3,11686,estrategias-de-marketing-na-era-da-inclusao-digital.htm

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