Bem-vindos(as) ao Caos de Marketing

Bem sabem os marketeiros (e não me importo com essa denominação) que a vida nessa profissão não é fácil! Prazos apertados, metas, controles, contatos, relacionamentos...enfim, para sobreviver nessa selva temos de nos desdobrar em mil. Temos de celebrar os acertos, aprender com os erros.

Com o intuito de trazer um pouco de informação, reflexão e diversão aos colegas de profissão, e entusiastas, criei o Caos de Marketing. E espero que dele façam bom proveito, participem, busquem mais informações e também desestressem! Afinal, nós merecemos uma ajudinha e algumas pausas pro café...
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4 Ways to Master Social Media Marketing

Artigo extraído de: http://www.inc.com/guides/2010/07/how-to-make-a-social-media-marketing-strategy.html


Social media is ultimately about relationships. It should be viewed as a two-way street. As a brand, you aren't there to promote a product, you are there to communicate and relate. If you approach social media with sales as your end goal, your audience will notice and, most likely, you will be ignored.

On the other hand, if you offer your audience something of value, and your message is genuine, aka you aren't faking it, consumers are inclined to listen. Offer users engaging content, helpful information, streamlined customer service, or incentives like discounts and free gifts consistently, and you have the makings of a healthy long-term relationship with a brand ambassador willing to sing your praises to the world.

From that point on, as long as you pull your weight by keeping your message consistent, authentic and meaningful, consumers tend to stay loyal and express that in revenue generated over time and positive word-of-mouth expressed among their peers. That's the real return on social media.

Estudante sem redes sociais tem abstinência similar a de usuário de drogas, diz pesquisa

Artigo original: http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular/noticias/estudantes-longe-redes-sociais-eletronicos-tem-abstinencia-similar-dependentes-quimico-diz-pesquisa-552977.shtml

Networking O que aconteceria se você tivesse que passar 24 horas sem acessar Orkut, MSN ou Twitter? Nos Estados Unidos, estudantes privados de redes sociais e equipamentos eletrônicos durante um dia desenvolveram síndrome de abstinência “similar à de dependentes de drogas”, segundo um estudo da Universidade de Maryland.

O experimento “24 hours: Unplugged” (24 horas: desconectados, em tradução livre) pediu a 200 estudantes de 18 a 21 anos que deixassem de qualquer equipamento conectado a mídias eletrônicas e redes sociais como celular, TVs, iPods, Blackberries ou laptops.

Os resultados, segundo o estudo, foram semelhantes aos observados em usuários com dependência química. Para descrever como se sentiam, os universitários utilizaram os termos “desejo incontrolável, muita ansiedade, apreensão extrema, tristeza profunda, tensão e loucura”.

“São as mesmas reações observadas em usuários dependentes de drogas e álcool”, diz o estudo. “Os universitários americanos, hoje em dia, são dependentes de mídias”, conclui a professora de jornalismo da instituição Susan Moeller, coordenadora da pesquisa.

Os meios mais utilizados pelos estudantes norte-americano para se comunicar são, segundo a pesquisa, SMS e Facebook. Em segundo lugar, distante, vêm as ligações telefônicas e os e-mails.

“Renunciar à tecnologia equivale a renunciar à vida social para essesestudantes”, diz a professora. “Os estudantes reclamaram que era muito chato ir para qualquer lugar ou fazer qualquer coisa sem ouvir os MP3”, segundo o relatório.

Grandes empresas descobrem as redes sociais

Artigo original: http://veja.abril.com.br/310310/desafio-grandes-empresas-p-108.shtml

Por que o investimento para divulgar produtos e conversar com os consumidores em redes sociais como Facebook e Twitter deve dobrar nos próximos anos

Há pouco mais de um ano, a AmBev, o gigante do setor de bebidas, resolveu experimentar uma nova estratégia para divulgar dois de seus produtos - a cerveja Skol e o Guaraná Antarctica. Para atingir o público de 18 a 35 anos, a companhia passou a criar filmes engraçados no site de compartilhamento de vídeos YouTube, como o de um dragão fazendo embaixadinhas que se transformava no craque Ronaldo. Só no primeiro dia, mais de 400 000 pessoas assistiram à peça publicitária. A experiência foi considerada promissora e, em julho do ano passado, a AmBev decidiu criar uma equipe dedicada exclusivamente a divulgar a marca Skol nas redes sociais da internet. Sob o comando do administrador Sérgio Eleutério, de 29 anos, quinze profissionais monitoram 24 horas por dia as oito comunidades em que a marca está presente: Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, Flickr, Blip.fm, Drimio e Last.fm. O que a multinacional faz não é um ato isolado. Grandes empresas brasileiras estão criando departamentos nesses mesmos moldes. Não é de hoje que as corporações buscam explorar as potencialidades da internet para interagir com os clientes. O que chama atenção agora é o vulto que a estratégia vem tomando. Uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos, revela que atualmente 10% do orçamento em marketing das empresas é direcionado às redes sociais. Em cinco anos, essa fatia dobrará de tamanho. "Em algumas companhias, como a nossa, o investimento nas redes é o segundo em marketing", afirma Eleutério.

negociosinternet4 Monitorar o que se diz da empresa na web é um dos pontos cruciais do negócio. "Independentemente da vontade das empresas, as pessoas vão comentar sobre elas na rede, para o bem ou para o mal. Quem quiser sair na frente terá de entender a regra do jogo: fazer com que prevaleçam os comentários positivos", diz Pedro Resende, 32 anos, fundador da Riot, agência focada nas redes sociais. Não é exagero dizer que ficar de fora desse ambiente é uma estratégia arriscada. Tanto que já é bastante expressivo o número de companhias que usam pelo menos alguma ação desse tipo: quase 70% das 100 maiores marcas do mundo. Um estudo feito por duas consultorias americanas especializadas no assunto conclui ainda que há relação entre esse investimento e a lucratividade. Quanto mais "engajada" a empresa na internet, maiores são suas chances de retorno financeiro. Em um ano, as primeiras do ranking tiveram até 20% de acréscimo no faturamento. É o caso da Starbucks, que encabeça a lista. Depois de ter centenas de lojas fechadas nos Estados Unidos em 2008, o gigante dos cafés identificou uma janela de oportunidade no meio virtual. Criou uma comunidade no Facebook para que as pessoas fizessem sugestões e discutissem abertamente o que achavam da marca. Em poucos meses, a comunidade tornou-se uma das mais populares do site, com 6 milhões de fãs atualmente. Além de aumentar as vendas, a medida ajudou a imagem da empresa. Resume o publicitário Marcelo Tripoli, da agência iThink: "A Starbucks adotou a melhor tática que existe na rede: abriu um espaço que fomenta o diálogo entre as pessoas sobre a sua marca".

Ao abrirem espaço para críticas, as empresas transmitem aos consumidores o recado de que, se eles encontram um problema, elas estão dispostas a resolvê-lo (ou a tentar, pelo menos). O grupo Pão de Açúcar, por exemplo, anunciou recentemente a criação de um departamento voltado às redes sociais. O investimento, de 10 milhões de reais para 2010, é um dos mais altos da empresa. "Com o crescimento de sites como Orkut, Facebook e Twitter, e a mudança na forma como as pessoas conversam entre si, entendemos que ou o Pão de Açúcar entrava com força no meio digital, ou ficava para trás", diz Hugo Bethlem, vice-presidente do grupo. A ideia, que veio diretamente de Abilio Diniz (ele próprio tem o seu perfil no Twitter, com quase 14 000 seguidores), é simples: fazer com que as redes sociais realizem o papel da tradicional ouvidoria - só que de forma mais dinâmica. Foi o que aconteceu com uma cliente que reclamou pelo Twitter sobre a falta de um produto no supermercado Extra. Em questão de minutos, um funcionário da empresa respondeu à mensagem indicando onde comprar o item no site da marca. Logo depois, a mulher postou uma frase elogiando o atendimento e recomendando o serviço a seus amigos.

Não são apenas as grandes corporações que usam as redes sociais em sua estratégia de marketing. Ao contrário dos anúncios publicitários, em geral caríssimos, muitas ações feitas nas redes têm custo acessível para pequenas e médias empresas. "O principal investimento é o meu tempo", diz Marcos Leta, fundador de um negócio de sucos naturais que usa a internet para se promover. A Do Bem, criada no Rio de Janeiro no fim de 2008, começou fazendo vídeos pelo YouTube que se tornaram virais (expressão usada para tudo que se espalha na rede em pouquíssimo tempo, originando milhares de comentários). Os vídeos são simples, mas chamam atenção pela criatividade - em um deles, um piano, feito de bolachas wafer, é tocado de verdade. Até agora, parece que a fabricante de sucos encontrou a fórmula certa: com perfil em quase todas as redes sociais, ela é to popular na rede que gente de todo o país pergunta quando a marca chegará a sua cidade.

ProXXIma 2010: 27 e 28 de Abril

ProXXIma: o evento que traz experiências e projetos a gestores de marketing - e de marca - do Brasil. Projetos que lançaram mão de soluções do mundo digital para atingir metas e resultados concretos. No ProXXIma, a teoria fica de fora. O foco e sobre as melhores práticas. É um manual de como fazer, com palestrantes internacionais e nacionais que chegaram lá.

Data: 27 e 28 de Abril de 2010

Local: Sheraton SP WTC
Av. das Nações Unidas, 12.551
Brooklin Novo
São Paulo/SP

Conheça tudo sobre o case Nike+

Um case de sucesso que conta com uma comunidade com mais de 1,2 milhão de esportistas de mais de 160 países, sendo 34 mil no Brasil. Esse são alguns resultados do Nike+, que surgiu em 2006 e é um revolucionário sistema wireless que permite ao corredor registrar diversas informações a partir de um chip instalado na entressola do tênis para o iPod Nano da Apple. Pensando em explicar como surgiu o projeto e o que ainda está por vir, o ProXXIma 2010, Seminário Internacional de Comunicação e Marketing Digital, que acontece nos dias 27 e 28 de abril, no hotel Sheraton, em São Paulo, confirma a presença de Stefan Olander, VP Global de Digital Sports da Nike e idealizador do projeto Nike Plus.

Continue lendo: http://www.mmonline.com.br//noticias.mm?url=Conheca_tudo_sobre_o_case_Nike&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Ação em mídias sociais faz Dell reduzir comentários negativos pela metade

Desde 2007 grupo de profissionais conversa com consumidores em blogs e fórums, em linguagem direta; menções diárias da marca chegam a 4 mil.

A gigante de computadores Dell disse que reduziu à metade os comentários negativos sobre sua marca por meio de ações em mídias sociais.

A revelação foi feita pela chefe de comunicações em mídia digital da empresa, Kerry Bridge, durante o Encontro de Gerência de Relacionamento com o Consumidor, promovido pelo Gartner nos dias 16 e 17 de março em Londres (Reino Unido).
No evento, Kerry disse que a empresa tenta falar com consumidores através da internet para melhorar a imagem da  marca.

“Em 2007 organizamos um grupo de agentes sêniores para conversar com consumidores em blogs e fóruns. Isso resultou em uma diminuição de 50% no número de citações negativas”, conta.

De acordo com Kerry, a Dell recebe 4 mil menções diárias na rede. A empresa encoraja essas menções por meio de uma postura ativa em diversas mídias sociais. Isso inclui contas pessoais e corporativas no Twitter e uma comunidade de blogs chamada Direct2Dell.

A Dell também roda o fórum Ideastorm, que permite a consumidores sugerir ideias de como melhorar negócios e produtos. A comunidade de consumidores vota nas ideias e a cada mês a Dell tenta colocar as 40 melhores em prática nos seus negócios.
400 ideias

Como resultado, Kerry disse que a empresa implantou até agora 400 ideias de consumidores. Ela acrescentou que os blogs Direct2Dell atraem milhões de leitores.
Ela também ressaltou a importância de medir atividades em mídias sociais para avaliar se ela apoia bem os objetivos de negócio.

“Nós ligamos nossos blogs ao site da Dell para sermos capazes de ver quando consumidores estão lendo os blogs ou comprando algo”, disse Kerry.
Entretanto, quando responde a consumidores online, ela diz que é importante conversar no mesmo nível, sem tentar fazer campanha de marketing.

“Tenha certeza de ler todos os blogs e posts e responda para os consumidores em um tom personalizado. As expectativas deles são de que você esteja onde eles estão, e eles querem que você seja útil”, finalizou.

Artigo original: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/03/18/acao-em-midias-sociais-faz-dell-reduzir-comentarios-negativos-pela-metade/

Adolescentes estão perdendo interesse em blogs

De acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, os adolescentes norte-americanos estão mais interessados em formas mais curtas de comunicação, deixando os blogs de lado. Em contrapartida, entre os mais velhos, o interesse pelos blogs continua o mesmo.

O relatório revelou que, desde 2006, o número de jovens internautas norte-americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu de 28% para 14%.
Isso tem acontecido, aponta a pesquisa, porque os adolescentes vêm preferindo colocar postagens curtas nas redes sociais, como Facebook o Twitter, ou acessar a internet através do celular.

Leia o artigo original na íntegra: http://imasters.uol.com.br/noticia/15813/tendencias/adolescentes_estao_perdendo_interesse_em_blogs/

Campanha bem criativa da Rexona

6b7ea1d2ac7ef A Unilever tem investido bem seus ‘marketing dollars’ e utilizado um mix de publicidade bastante saudável à organização. Um exemplo é essa campanha da Rexona, a Rexona Tuning, buscando atingir o público masculino, à qual cheguei via um anúncio online no MSN Hoje (que abre em forma de janela/pop-up quando logamos no Windows Live Messenger).

Nesse exemplo, um integrado de campanha de “guerrilha” e viral online, a equipe da Rexona (e/ou de sua agência de publicidade) “tunnou” carros com papelão, e os desfilou pelas ruas, aos olhares curiosos dos passantes, o que deve ter chamado muito a atenção.

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Então, para completar, gravou tudo em vídeo, e soltou em seu canal no YouTube, na tentativa de viralizar a campanha. Se a campanha viralizará (palavra difícil de pronunciar, hein?!) ou não, isso são outros quinhentos, afinal todos sabemos que viralizar uma campanha não é fácil, especialmente se não parecer algo natural aos olhos dos internautas.

img_post_fangio_2 Como não bastasse a iniciativa de guerrilha e de viral, foi mais adiante, criando algo que tem se tornado cada vez mais popular entre as empresas de grande porte, que é a criação de conteúdos digitais mais complexos, em geral “games” envolvendo o produto. Isso já foi feito anteriormente por outras multinacionais, cujo exemplo que mais se fixou em minha mente foi a campanha do Mentos Kiss. Enfim, quem quiser testar suas habilidades como piloto de carros, pode acessar o game do Rexona Tuning em http://www.rexonatuning.com/. Até pode adicionar seus amigos do Orkut, desafiando-os para uma corrida.

Apesar que a campanha já se pressagiava há bastante tempo, desde o lançamento dos desodorantes Rexona for Men com apelo ao ambiente “automobilístico”, quando do lançamento dos Rexona V8 e V12, menções às potências de motores de carros.

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Enfim, de qualquer forma, a experiência é bastante válida, e achei bastante interessante. A Unilever realmente está fazendo um esforço bastante positivo para utilizar as novas mídias e estratégias de marketing para divulgar seus produtos. Parabéns, Unilever, por buscar compreender os hábitos e preferências de seu público-alvo e não ter medo de inovar.

Assista a um dos vídeos da campanha:

Ou acesse o canal da campanha no YouTube:

http://www.youtube.com/user/rexonamen

Jogue o game Rexona Tuning:

http://www.rexonatuning.com/

YouTube permite que usuários pulem anúncios

O YouTube passou a permitir que usuários pulem anúncios, caso não queiram assisti-los. O objetivo é melhorar a experiência do usuário e incentivar as empresas a melhorarem as propagandas.

Para isso, foram adicionados botões 'skip', através dos quais os usuários pulam os anúncios.  Além disso, o novo recurso permite que o anunciante pague apenas pela publicidade que foi assistida por inteiro ou aquela que gerou alguma ação por parte do usuário.

O YouTube passou a exibir anúncios em seus vídeos no ano passado e, desde então, o site alega que 50% das pessoas abandonam o clipe na metade.

Leia o artigo original: http://imasters.uol.com.br/noticia/14964/publicidade/youtube_permite_que_usuarios_pulem_anuncios/

Um pouco mais de Twitter

Estava navegando a web, e encontrei algumas coisas sobre Twitter. Mas, como ando meio sem tempo de traduzir, segue um trechinho das matérias que encontrei, apenas pra não deixar passar em branco:

The Top 21 Twitter Applications (According to Compete)

We’ve accumulated a list of the twenty most popular Twitter applications, based on monthly unique visitor data from Compete. Twitpic, an app that lets users share photos on Twitter, took the top spot with 1,236,828 unique visitors in January. Tweetdeck, which came in second with 285,864 monthly visits, is a Twitter app that streamlines notifications and tweets. Third place went to Digsby (with 233,472 monthly visitors), an application that centralizes e-mail, IM and social networking accounts into one desktop program.

Fonte: http://www.techcrunch.com/2009/02/19/the-top-20-twitter-applications/

4 Ways Companies Use Twitter for Business

Gartner released a report today that highlights the different ways that companies are adopting Twitter for business use. Although Twitter was originally intended for communication among individuals, a number of organizations have begun to actively participate on the platform. However, not all companies are using Twitter in the same way. Some are tweeting, some are just listening, and some really savvy companies are doing both.

Before any company employees start tweeting, it would be a good idea to remind them that the same rules that apply to other web participation (like blogging, for example) also apply to Twitter. "As Twitter is a public forum, employees should understand the limits of what is acceptable and desirable," says Jeffrey Mann, research vice president at Gartner. "If organizations have not defined a public Web participation policy, they should do so as quickly as possible."

Based on Garnter's research, they have narrowed down the four different ways that companies are using Twitter today: direct, indirect, internal, and signaling.

Fonte: http://www.readwriteweb.com/enterprise/2009/03/4-ways-companies-use-twitter-for-business.php

Twitter para os negócios (web app.)

feature_tab1 Twittar é um diferencial para muitas empresas, e essencial para outras, no cenário atual, não é mesmo?! Inúmeros artigos, manuais, white papers e ‘best practices’ já foram escritos e publicados sobre o uso dessa plataforma de micro-blogging nos negócios.

Assim, o objetivo desse post não é discursar sobre o tema, mas apresentar uma ferramenta que ajuda as empresas a utilizarem o Twitter a seu favor.

O CoTweet, em versão beta e gratuito, até o momento, permite gerenciar até 6 contas de Twitter, delegar tweets para acompanhamento por outro colaborador, analisar tendências com o Twitter Search, manter “thread” (encadeamento) e histórico de conversas, e assim por diante.

Essa não é a única ferramenta para gestão de contas de Twitter, nem a única com foco em negócios, mas realmente me pareceu ter boas funcionalidades para os usuários corporativos.

Acesse: http://cotweet.com/

Outra opção muito boa, mas sem tanto foco em negócios, é o TweetDeck: http://www.tweetdeck.com/beta/

Orkut novo, estratégia velha! Funciona?

orkut_163871o_homepage_pt O pessoal do Google resolveu se antenar às tendências da web, e ficar de olho mais aberto na concorrência, em especial do Facebook, como também do Twitter (concorrente indireto da rede social da gigante das buscas).

Ao notar que o Facebook havia começado a se movimentar com força para ganhar participação no mercado brasileiro das redes sociais, a equipe do Orkut resolveu agir, e não ficar esperando a “onça”, nem o “passarinho azul” (geeks me entenderam, certo?!) chegarem perto. E hoje, o novo Orkut (na verdade, grandes modificações de layout e funcionalidades) é lançado ao público.

Bem, o que a equipe de marketing do Orkut (leia-se, do Google) pensou para tentar divulgar esse novo lançamento? Bom, eles recorreram à uma estratégia antiga, ao que dizem “o Orkut voltou às origens”, e resolveram montar o esquema de liberação da versão somente mediante convites de amigos que já estejam utilizando o novo layout. Foi assim que surgiu o Orkut, e agora estão tentando fazer o mesmo com essa nova versão.orkut_163872g_invitations_pt

Mas, isso funcionará? Já tenho notado bastante gente revoltada com essa velha estratégia em alguns comentários bastante incorformados que li no Twitter. Como também tenho notado um monte de gente desesperada para conseguir um convite, assim como eu (viciado em testar novas interfaces e novidades web).

Em minha humilde opinião, dá quase na mesma. Os usuários viciados em Orkut ficarão extremamente ansiosos por receber um convite e praguejarão contra o Google com todas as forças até receberem o que querem. Os usuários ocasionais provavelmente nem sabem que haverá uma nova versão, e acho que pouco estão ligando para isso. Assim, acredito que o Orkut deveria ter simplesmente feito como o Facebook, quando também ficou de cara nova, e liberado a nova versão de uma vez, sem frescuras. Mas, colocando a opção de aceitar ou não a nova versão (como fez o Yahoo! quando mudou sua interface de e-mail), pois no caso do Facebook, tem muita gente até hoje reclamando pra voltar à versão antiga.

Apenas acho que há estratégias e estratégias, e momentos de aplicá-las. Ao que me parece, a estratégia de liberação de um produto web mediante convites é mais apropriada no momento de lançamento de um produto/serviço, quando busca-se penetração no mercado. Quando você já tem uma participação bem definida e estabelecida nesse mercado, seu público geralmente está ansioso por novidades, e não quer ficar esperando ser convidado, sem qualquer noção de quando, como e por quem. Já tiveram de aguardar o dia do lançamento, agora tem de aguardar que uma boa almo os convide.

O ciclo de vida de um produto deve ser levado em consideração com bastante cautela para que se analise a melhor estratégia de divulgação de um novo release, modificação ou variação de produto. Cada fase desse ciclo de vida requer ações diferentes, levando em consideração o perfil do consumidor que o utiliza.

Enfim…acho que no fim das contas, o Orkut continuará a dominar o mercado de redes sociais brasileiro (caso o Facebook não encontre uma estratégia extremamente eficiente e inovadora), e qualquer insatisfação com essa forma de divulgação da nova versão não passará de um breve arranhão à imagem da marca no país.

Para mais informações, visite: http://www.google.com/support/orkut/bin/answer.py?answer=163871

Marketing paranormal

O novo filme de terror da Paramount Films, “Atividade Paranormal”, virou febre nos EUA e arrecadou mais de 62 milhões de dólares nas bilheterias, embora tenha custado apenas quinze mil.

Promovido pelo boca a boca e por um marketing engenhoso, o filme de terror "Atividade Paranormal", com um minúsculo orçamento de 11.000 dólares, se converteu no fenômeno da temporada nas bilheterias norte-americanas, recordando o sucesso de "A Bruxa de Blair" há 10 anos.

Marketing paranormal
Marketing paranormal

Os marketeiros apostaram pesado nas redes/mídias sociais, em especial Facebook e Twitter, para promover o filme, contando com o público web para apoiar o “azarão”, como dito por um dos executivos que cuidaram da estratégia de divulgação do filme.

No site oficial do filme, as pessoas podem Twittar seus “sustos” (no Inglês, Tweet your Scream, que literalmente seria “Twitte seu Grito”), compartilhar o site ou dizer aos amigos que vão assistir o filme, e tornarem-se fãs do filme no Facebook.

Está aí mais uma amostra da força da web e das mídias sociais para o mundo dos negócios, como também da importância de uma estratégia de marketing bem planejada e, mais ainda, bem executada!

Acesse o site oficial do filme e confira um pouco do marketing dele:
http://www.paranormalactivity-movie.com/

Leia mais: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jo4AU6tTCnKZ6agNVHQpQeYrVGKQ

Assista o trailer:

Recicle seu cartão de visita

business-card_peanutcard Recebi esse artigo de uma aluna, e curti. Assim, reproduzo em parte aqui no Caos de Marketing.

Pessoalmente, já venho utilizando esses métodos há bastante tempo, e há inúmeras opções surgindo na web. De LinkedIn e Plaxo a Soocial, entre outros. Vale a pena, afinal estamos na Era da Comunicação, da Informação…ou seja, na Era da Web 2.0 (quase chegando na 3.0, e alguns já falam em 4.0).

Extrato do artigo original (abaixo):

“Toda vez que você precisa dos contatos profissionais de alguém, a pessoa lhe estende o velho e bom cartão de visitas. Mas, não importa o quão moderno o design dele seja, esse método sempre parece um pouco arcaico, não é mesmo?
E na hora que você precisa entregar um cartão seu para aquela pessoa super importante? Ou você demora horas até achar seus cartões na bolsa ou simplesmente lembra que entregou O ÚLTIMO para um velho conhecido, há cinco minutos.
Além do que, vamos combinar que falamos tanto em: pense antes de imprimir, não gaste papel à toa, ecologia, sustentabilidade, etc e tal… e quanto papel gastamos imprimindo aquele “milheiro” de cartões pessoais?!

Muita gente já tem pensado em novas saídas para estas questões. Vamos listar aqui as que mais gostamos:

pelo celular
pela web
pelo iPhone
MelonCard
Give me five
”

Sobrando um tempo, publico aqui, em outro artigo, algumas outras opções que conheço e utilizo.

Leia o artigo original na íntegra: http://ptodecontato.wordpress.com/2009/10/28/recicle-seu-cartao-de-visita/

U2 também é fera na web!

Não é só Barack Obama que sabe usar bem as ferramentas web. A banda irlandesa U2 também faz muito bom uso daquilo que há disponível na web.

Nessa madrugada de domingo para segunda-feira (25.10.09), o U2 disponibilizou aos seus seguidores o streaming ao vivo de um de seus shows, via seu canal no YouTube, show esse que estou assistindo agora mesmo, enquanto publico esse post.

U2Além de usar bem o YouTube a seu favor, também promove campanhas de Marketing Social (incentivo a associações filantrópicas sem fins lucrativos) em seus sites, usa bem o Twitter e o Facebook, e assim por diante.

Aí está mais uma amostra de que o bom uso das ferramentas de mídias sociais e da web podem ser um instrumento de marketing poderoso para qualquer tipo de negócio, de campanhas presidenciais (marketing político), bandas de rock, empresas de bens de consumo e assim por diante.

Acesse o canal do U2 no YouTube: http://www.youtube.com/u2#p/u

Acesse o site da banda: http://www.u2.com

Governo Obama sabe usar a web

rclogo Mais uma vez o Governo Obama mostra que sabe usar a web em seu benefício e em benefício de seus cidadãos. Após a bem sucedida campanha para as eleições presidenciais, agora o Governo de Barack Obama coloca a web para trabalhar a seu favor na polêmica questão da reforma do sistema de saúde, mais especificamente do seguro saúde.

Para isso, a Casa Branca criou um subportal, o Reality Check, para auxiliá-los em discutir a questão com os cidadãos americanos. Nele, há vídeos de congressistas e pessoas “comuns”, abordando o tema, além de o grande público poder enviar seus vídeos para seleção e possível postagem no site.

Parabéns à equipe de Obama, que outra vez se mostra bastante atual e conhecedora das ferramentas utilizadas por seu público.

Para mais informações, acesse: http://www.whitehouse.gov/realitycheck/

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